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De Ana Prado, da redação do LinkedIn Notícias
Li também, recentemente, de novo, a matéria da Revista Você S/A, de agosto de 2017, que tenho guardada em meu acervo. Desta vez, discorre-se sobre a Inteligência Organizacional. Porém o que é isso?
Trata-se, de fato, da "capacidade de ler e de entender os ambientes sociopolíticos, de aprender e praticar a cultura, de entender os ritos, mitos e heróis de cada organização".
Para tanto, exige-se inteligência cognitiva e emocional. E o que é cada uma dessas?
Em breves linhas...
Revista Você S/A - Agosto / 2017.
Li recentemente, de novo, a matéria da Revista Você S/A, de agosto de 2017, que tenho guardada em meu acervo. Discorre-se sobre a Inteligência Relacional. Mas o que é isso?
Trata-se, com razão, da "habilidade de mobilizar pessoas e recursos em prol de um objetivo comum que potencializa a criatividade, a inovação e a geração de resultados acima da média". É, com efeito, a "competência mais revolucionária desde a descoberta da inteligência emocional".
Traduz-se na criação de laços produtivos, por afinidades pessoais, através de redes de relacionamentos. Um novo tipo de networking que pode gerar oportunidades futuras.Pode ocorrer em questões simples, como ajudar um colega em tarefas, ou criar novos produtos e serviços. Ou ainda, em objetivos mais ambiciosos, como envolver cidades e países para benefícios coletivos.
Nesse contexto, destacam-se a comunicação, a curiosidade, o aprendizado, a sabedoria, a empatia e a escuta ativa.
Finalmente, é preciso um propósito comum no projeto. É preciso compartilhar ideias, para que as pessoas desprendam tempo e energia, de uma forma mais objetiva e inteligente. Isso sem deixar de recorrer à comunidade externa, para buscar soluções.
Ontem, sexta-feira, 31 de março de 2023, estive num evento em que o jovem empreendedor e empresário Gabriel Rocha Kanner, palestrou sobre reflexões da vida e da importância da religiosidade para os jovens e para as pessoas. O rapaz quando adolescente era ateu e comunista.
Com o tempo, leu os clássicos, como Platão e Aristóteles, outros autores, e também passou a crer em Deus, dando relevância para a alimentação e exercícios físicos, como artes marciais, de modo que pratica Jiu Jitsu. Então, de ateu e comunista passou a católico e empresário empreendedor, sendo casado e à espera do primeiro filho. Quanto ao tema deste nosso espaço, perguntei-lhe, em linhas gerais, qual era sua opinião sobre isso. Gabriel, assim, disse se tratar de aspecto muito importante, e frisou que para praticar isso, colocando-se em pauta, é preciso e fundamental a crença no metafísico, em Deus, podendo com isso mobilizar pessoas e corações, para uma transformação benéfica do mundo.
Referência:
Revista Você S/A - Agosto / 2017.
Resposta:
A Gestão Estratégica de Pessoas é uma abordagem que busca alinhar a gestão de pessoas com os objetivos estratégicos da empresa, visando maximizar a contribuição dos colaboradores para o sucesso da organização. Para aplicar essa abordagem no mundo empresarial, você pode seguir as seguintes etapas:
Monitorar e ajustar a estratégia: Por fim, é importante monitorar regularmente os resultados da gestão estratégica de pessoas e ajustar a estratégia, se necessário, para garantir que ela esteja alinhada com os objetivos da empresa e traga os resultados esperados.
“Um violinista famoso tocou durante 45 minutos no metro de Washington D.C.
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