quarta-feira, 12 de abril de 2023

PCO | Pesquisa de Clima Organizacional

O que é pesquisa de clima organizacional?

É um recurso utilizado pelas empresas — especificamente pelo RH — para identificar o índice de satisfação dos colaboradores em relação ao ambiente de trabalho, além de mapear os pontos positivos e negativos a partir da perspectiva dos funcionários.

Na maioria dos casos, a pesquisa de clima organizacional é feita por meio de um questionário, no entanto não há uma regra quanto a isso, já que as organizações modernas têm usado softwares e soluções tecnológicas para gestão de pessoas que, por sua vez, oferecem esse tipo de funcionalidade.

Por meio de uma pesquisa de clima organizacional é possível diagnosticar como os empregados se sentem, não somente sobre o relacionamento entre o colaborador e a companhia, mas também como andam as relações entre os próprios colegas de equipe.

Qual a importância da pesquisa de clima organizacional?

O objetivo principal de elaborar uma pesquisa de clima organizacional é identificar o nível de satisfação dos empregados em relação à empresa, como você pôde entender até aqui. Porém, existem diversos motivos pelos quais esse diagnóstico é indispensável para as organizações modernas..

  • Identificar pontos de melhoria
  • Otimizar a comunicação
  • Elevar a motivação dos colaboradores
  • Reduzir a rotatividade de funcionários e absenteísmo

Como realizar uma pesquisa de clima organizacional?

Agora que você já sabe o que é pesquisa de clima organizacional e qual a sua importância, mostraremos algumas ações para colocar essa estratégia em prática na empresa. Veja a seguir.

  • Planeje
  • Elabore um questionário com perguntas relevantes e coerentes
  • Permita que as respostas sejam anônimas
Como mensurar os resultados de uma pesquisa organizacional?

Por fim, aplique uma boa métrica para mensurar os resultados, como o ciclo PDCA, que pode ser executado a partir das seguintes etapas:

  • planejamento — crie um plano com objetivos e estratégias pertinentes às metas da empresa; 
  • execução — coloque em prática tudo o que foi previsto; 
  • checagem — verifique se o processo levou aos resultados esperados; 
  • ação — levante todos os gargalos e pontos de possíveis melhorias, além das questões que podem ser padronizadas e para que as expectativas do plano sejam alinhadas ao ambiente de trabalho.










segunda-feira, 3 de abril de 2023

Será que você é um profissional multipotencial?

 De Ana Prado, da redação do LinkedIn Notícias



Em um mundo que ainda valoriza muito a especialização, os profissionais chamados “multipotenciais”, com interesses e habilidades em diferentes áreas, muitas vezes são incompreendidos. Segundo Rafael Souto, CEO da consultoria Produtive, essas pessoas são curiosas, inquietas e costumam ter dificuldade para escolher apenas um campo de atuação – o que pode ser visto como falta de foco. Em um artigo para o Valor, no entanto, ele ressalta as vantagens desse perfil: além de adaptáveis, rápidos em aprender, criativos e proativos, eles podem fomentar a inovação nas empresas. Mas é preciso que as companhias saibam como aproveitá-los, o que inclui oferecer “tarefas variadas, espaço para inovar, incentivos ao empreendedorismo interno e fomento à colaboração”.


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Boa leitura!

sábado, 1 de abril de 2023

Inteligência Organizacional

Li também, recentemente, de novo, a matéria da Revista Você S/A, de agosto de 2017, que tenho guardada em meu acervo. Desta vez, discorre-se sobre a Inteligência Organizacional. Porém o que é isso?

Trata-se, de fato, da "capacidade de ler e de entender os ambientes sociopolíticos, de aprender e praticar a cultura, de entender os ritos, mitos e heróis de cada organização".

Para tanto, exige-se inteligência cognitiva e emocional. E o que é cada uma dessas?

Em breves linhas...

  • Inteligência Cognitiva: "envolve a habilidade de raciocinar, planejar, resolver problemas, aprender rápido e pensar de forma abstrata".

  • Inteligência Emocional: definida por Daniel Goleman, "é a capacidade de controlar seus impulsos, canalizar suas emoções e motivar as pessoas. Sua fonte é o autoconhecimento".
Referência:

Revista Você S/A - Agosto / 2017.

Inteligência Relacional

Li recentemente, de novo, a matéria da Revista Você S/A, de agosto de 2017, que tenho guardada em meu acervo. Discorre-se sobre a Inteligência Relacional. Mas o que é isso?

Trata-se, com razão, da "habilidade de mobilizar pessoas e recursos em prol de um objetivo comum que potencializa a criatividade, a inovação e a geração de resultados acima da média". É, com efeito, a "competência mais revolucionária desde a descoberta da inteligência emocional".

Traduz-se na criação de laços produtivos, por afinidades pessoais, através de redes de relacionamentos. Um novo tipo de networking que pode gerar oportunidades futuras.

Pode ocorrer em questões simples, como ajudar um colega em tarefas, ou criar novos produtos e serviços. Ou ainda, em objetivos mais ambiciosos, como envolver cidades e países para benefícios coletivos.

Nesse contexto, destacam-se a comunicação, a curiosidade, o aprendizado, a sabedoria, a empatia e a escuta ativa.

Finalmente, é preciso um propósito comum no projeto. É preciso compartilhar ideias, para que as pessoas desprendam tempo e energia, de uma forma mais objetiva e inteligente. Isso sem deixar de recorrer à comunidade externa, para buscar soluções.

Ontem, sexta-feira, 31 de março de 2023, estive num evento em que o jovem empreendedor e empresário Gabriel Rocha Kanner, palestrou sobre reflexões da vida e da importância da religiosidade para os jovens e para as pessoas. O rapaz quando adolescente era ateu e comunista. 

Com o tempo, leu os clássicos, como Platão e Aristóteles, outros autores, e também passou a crer em Deus, dando relevância para a alimentação e exercícios físicos, como artes marciais, de modo que pratica Jiu Jitsu. Então, de ateu e comunista passou a católico e empresário empreendedor, sendo casado e à espera do primeiro filho. Quanto ao tema deste nosso espaço, perguntei-lhe, em linhas gerais, qual era sua opinião sobre isso. Gabriel, assim, disse se tratar de aspecto muito importante, e frisou que para praticar isso, colocando-se em pauta, é preciso e fundamental a crença no metafísico, em Deus, podendo com isso mobilizar pessoas e corações, para uma transformação benéfica do mundo. 

Referência:

Revista Você S/A - Agosto / 2017.

Você RH | Comunicação é a competência mais desejada nas empresas. Desafio é grande

 



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terça-feira, 21 de março de 2023

Chat GPT | Pergunta: Como aplicar no mundo empresarial a Gestão Estratégica de Pessoas?

Resposta:

A Gestão Estratégica de Pessoas é uma abordagem que busca alinhar a gestão de pessoas com os objetivos estratégicos da empresa, visando maximizar a contribuição dos colaboradores para o sucesso da organização. Para aplicar essa abordagem no mundo empresarial, você pode seguir as seguintes etapas:

  1. Definir a estratégia da empresa: Antes de implementar a gestão estratégica de pessoas, é necessário que a empresa tenha uma estratégia clara e bem definida. Isso envolve definir a missão, visão e valores da organização, bem como seus objetivos de curto, médio e longo prazo.

  2. Identificar as competências necessárias: Com base na estratégia da empresa, é preciso identificar as competências necessárias para alcançar os objetivos da organização. Isso envolve identificar as habilidades, conhecimentos e comportamentos que os colaboradores precisam ter para desempenhar suas funções de forma eficaz.

  3. Realizar o recrutamento e seleção: Com base nas competências necessárias, é preciso realizar o recrutamento e seleção de colaboradores que possuam essas competências. É importante que o processo de seleção seja objetivo e seletivo, buscando identificar os candidatos mais adequados para cada vaga.

  4. Desenvolver os colaboradores: Uma vez que os colaboradores são selecionados, é importante investir no seu desenvolvimento, proporcionando treinamentos, capacitações e programas de desenvolvimento profissional que os ajudem a desenvolver as competências necessárias para o sucesso da empresa.

  5. Avaliar o desempenho: Para garantir que os colaboradores estejam contribuindo efetivamente para a empresa, é preciso avaliar seu desempenho regularmente. Isso envolve definir indicadores de desempenho, realizar avaliações periódicas e fornecer feedback aos colaboradores sobre seu desempenho.

  6. Gerenciar o clima organizacional: O clima organizacional é um fator crítico para o sucesso da gestão estratégica de pessoas. É importante criar um ambiente de trabalho saudável e motivador, que incentive os colaboradores a dar o seu melhor e a se engajar no trabalho.

  7. Monitorar e ajustar a estratégia: Por fim, é importante monitorar regularmente os resultados da gestão estratégica de pessoas e ajustar a estratégia, se necessário, para garantir que ela esteja alinhada com os objetivos da empresa e traga os resultados esperados.

VEJA | NR-1: o que realmente muda com a nova norma de saúde mental no trabalho?

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